Taxímetros UEL

Taxímetros UEL UEL União Eletrônica Desde 26 de agosto de 2011, é OBRIGATÓRIO o uso de TAXÍMETROS em qualquer cidade brasileira com mais de 50.000 habitantes.

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12/02/2026

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24/09/2025

Tomara que a novela tenha um final feliz para os taxistas.

Mais um Taxímetro UEL. Pelotas-RS
03/09/2025

Mais um Taxímetro UEL. Pelotas-RS

Mais um Taxímetro UEL. Dessa vez em Imperatriz-MA
02/09/2025

Mais um Taxímetro UEL. Dessa vez em Imperatriz-MA

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31/08/2025

Mais um taxímetro UEL VR-11.
Oficina de Palhoça SC
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Taxímetro UEL VR11
Kit Roda UEL

-A Verdade sobre os integradores e desacopladores de taxímetros.-A UEL União Eletrônica tem compromisso com o taxista. D...
29/08/2025

-A Verdade sobre os integradores e desacopladores de taxímetros.-

A UEL União Eletrônica tem compromisso com o taxista.
Desde 1985, na transição dos taxímetros mecânicos para os eletrônicos, apoiamos a categoria com inovação e tecnologia.
Não somos contra aplicativos, integradores ou novos dispositivos que agreguem valor ao serviço de táxi, mas sim contra soluções que disfarçadas de modernidade, prejudicam nossos clientes.
Nosso compromisso é com o Táxi, o Taxista e o Taxímetro.

-Desinformação, omissão e licitações-
Vídeos na internet têm propagado informações equivocadas sobre integradores, muitas vezes chamados de forma errada de desacopladores.
Empresas apresentam editais já moldados a seus próprios produtos, garantindo vitória em licitações e inviabilizando concorrência.
Além disso, os sistemas ofertados priorizam passageiros e prefeituras, deixando taxistas em segundo plano.
O fato do monitoramento por 24 horas do taxímetro não é informado aos taxistas.
Em São Paulo, a obrigatoriedade de um desses aplicativos fracassou diante da rejeição da categoria, e o uso se tornou facultativo.

-Controle abusivo-
Secretarias de transporte dos municípios querem gerenciar sua frota de táxi, o que é legítimo, mas algumas também querem coletar dados do faturamento, períodos de descanso e corridas fora do aplicativo.
Isso configura invasão de privacidade e pode futuramente resultar em novas formas de tributação.

-Desacoplador versus Integrador-
Segundo a Portaria Inmetro 124/2022, “desacoplador” é apenas o circuito que isola o taxímetro da eletrônica do veículo.
"3.11 Quando um mesmo transdutor de distância for utilizado para suprir informações a diversos instrumentos do veículo, incluindo o taxímetro, deve ser previsto um dispositivo ou circuito desacoplador para o taxímetro, para que falhas em qualquer um dos instrumentos não afetem o funcionamento do taxímetro ou dos demais instrumentos."
Portanto o nome desacoplador não deve ser usado fora desse contexto.
Esqueça a palavra desacoplador quando falar em aplicativo de táxi.
Já o integrador conecta o taxímetro a outros sistemas, como maquininhas de cartão, aplicativos e redes digitais, permitindo integração e pagamentos eletrônicos.
Ele também armazena essas informações .

-Monitoramento versus Rastreamento-
São conceitos totalmente diferentes.
Monitoramento é saber o que determinado objeto está fazendo.
Rastreamento é saber onde determinado objeto está.
O Integrador monitora.
O Aplicativo, através do GPS do celular rastreia.

-Por que motoristas de táxi não gostam do integrador?-
Porque a proposta de uma determinada empresa de aplicativo de táxi, obriga o fabricante do taxímetro alterar o seu protocolo de comunicação enviando ao integrador não apenas dados da corrida, mas também informações detalhadas do taxímetro.
Isso signif**a monitorar o período de descanso do motorista e até corridas não originadas pelo aplicativo.
O mais grave: esse compartilhamento acontece de forma automática e sem autorização do taxista.
Quando questionada, a empresa omite ou distorce informações técnicas e ainda afirma, falsamente, que todo aplicativo de táxi funciona assim.
A verdade é que aplicativos comuns não monitoram o taxímetro 24 horas por dia.
Um integrador, quando usado corretamente, pode ser uma ferramenta útil para facilitar pagamentos e integrar sistemas, beneficiando tanto passageiros quanto motoristas.
Entretanto a abordagem equivocada do aplicativo torna o integrador uma ferramenta de vigilância do taxista.

-Como funciona um integrador-
Para entender o integrador, é preciso começar pelo Conector de Comunicação do Taxímetro — a “boca e o ouvido” do aparelho.
É por ele que o taxímetro envia e recebe informações.

-O que passa pelo conector de comunicação-
Na instalação: trafegam dados de calibração do taxímetro (acessíveis apenas em oficinas credenciadas pelo Inmetro, nunca pelo usuário).
No uso diário: são transmitidos dados da última corrida e totais acumulados, somente quando o taxista autoriza.
Esse padrão — disponibilizar dados apenas quando liberado pelo instalador ou motorista — é adotado por todos os fabricantes de taxímetros no Brasil.
Essas características fazem parte do protocolo de comunicação do aparelho, que define quais dados e em que momento eles podem ser acessados.

-O papel do integrador-
O integrador conecta-se ao conector do taxímetro por cabo.
Sua saída vai para o dispositivo que receberá os dados, geralmente um celular com aplicativo, por cabo ou Bluetooth.
Assim que o taxímetro libera informações, o integrador as repassa imediatamente ao celular.
Se o celular estiver conectado à internet (3G, 4G ou 5G), os dados chegam à central ou gestor do aplicativo.

-Armazenamento temporário-
Caso não haja conexão com o celular ou aplicativo, o integrador armazena os dados em sua memória interna.
Assim que a comunicação é restabelecida, ele transmite todo o conteúdo acumulado.

-Onde surge o problema-
Até aqui, tudo funciona corretamente: o taxista tem controle sobre quando os dados são enviados.
O problema começa quando aplicativos exigem monitoramento 24 horas por dia, forçando o integrador repassar constantemente dados do taxímetro ao gestor.
Isso signif**a transformar uma ferramenta útil em um instrumento de vigilância.
Esse monitoramento acontece por exigência de alteração no protocolo de comunicação do taxímetro obrigando-o a enviar dados em tempo integral, como horários de trabalho, períodos de descanso e até corridas feitas fora do APP.
O integrador não é o vilão.
Ele, na verdade, é apenas um dispositivo simples, b***o, sem qualquer inteligência muito menos artificial.
Espertamente o criador do aplicativo foca a discussão sobre o integrador quando o vilão é o protocolo de comunicação por ele criado.
Pergunte a ele porque da exigência da alteração do protocolo de comunicação.
Você não terá resposta ou terá uma resposta evasiva do tipo "o integrador não rastreia".
Assim, graças ao conteúdo do protocolo de comunicação exigido, o integrador deixa de ser apenas uma ferramenta útil e passa a ser usado como um canal de vigilância permanente, tirando do motorista o controle sobre suas próprias informações.

-Na prática, qual a diferença entre os dois protocolos de comunicação?-
A diferença básica e mais importante é o momento do envio de dados.
O protocolo normalmente usado na maioria dos taxímetros funciona da seguinte maneira:
Início de uma corrida:
Taxímetro registra a hora desse evento.
Durante a corrida:
Taxímetro acumula a distância e preço a pagar.
Final da corrida:
Taxímetro registra a hora desse evento.
Acionamento do botão de impressão:
Taxímetro envia os dados da corrida para o conector de comunicação: Data e Hora Início, Data e Hora fim, Distância percorrida e Preço a Pagar.

O protocolo criado pelo aplicativo:
Taxímetro envia os dados para o conector de comunicação toda vês que uma tecla for pressionada no taxímetro.
Apertou o botão liga – taxímetro envia um byte avisando o APP que está ligado.
Apertou o botão Pagar – taxímetro envia um byte avisando o APP que está desligado.
Apertou o botão Liga – Taxímetro envia um byte para o APP avisando que está ligado novamente.
Apertou o botão Liga – Taxímetro envia um byte informando que está em bandeira 1 , e bytes informando o valor a pagar.
A cada fração ou incremento no preço a pagar bytes são enviados atualizando o valor do preço a pagar.
Apertou o botão L – Um byte é enviado informando que o taxímetro está em bandeira 2.
Apertou a tecla P, um byte é enviado informando a finalização da corrida e bytes são enviados informando o preço a pagar.
Temos então:
Data e Hora que desligou o taxímetro
Data e Hora que ligou o taxímetro
Data e Hora que o taxímetro iniciou uma corrida em bandeira 1.
Data e Hora que o taxímetro mudou para bandeira 2.
Data e hora em que a corrida foi finalizada.
Repetindo, todos os dados acima são enviados de forma automática sem a permissão do taxista.
Portanto o taxímetro é monitorado 24 horas por dia 365 dias por ano.
Nenhum aplicativo de táxi tem tamanha invasão de privacidade.
Sabendo a hora que o taxímetro foi desligado e a hora que o taxímetro foi ligado, temos portanto o monitoramento do período de descanso do taxista.
Como pode ser facilmente constatado, quem prejudica o motorista é o protocolo de comunicação criado pelo aplicativo, que monitora o taxímetro constantemente e, portanto, toda atividade do taxista.
Monitorar período de descanso... Qual a real finalidade?
Monitorar corridas que não foram originadas pelo aplicativo ou corridas maçanetas. Qual a intenção?

-Não existe integrador homologado pelo INMETRO-
No passado, qualquer dispositivo conectado ao conector de comunicações do taxímetro tinha que ser aprovado pelo INMETRO.
Por exemplo, em 2006 uma impressora tinha que obter uma Portaria de Aprovação de Modelo ou PAM, e se adequar ao RTM 201 de 2006.
Poucos anos depois, ainda sob o mesmo RTM o INMETRO entendeu que não havia mais necessidade de uma Portaria de Aprovação de Modelo para qualquer dispositivo ligado ao conector de comunicações do taxímetro, desde que ele não afetasse seu correto funcionamento.
Portanto a afirmação que um integrador foi aprovado pelo INMETRO é falsa, pois sequer existe um Regulamento Técnico Metrológico para esse tipo de aparelho.
Qual é a PAM do integrador? Não existe.

-Não tem aprovação do INMETRO. Então um integrador é confiável?-
Não é possível afirmar com certeza. Diferente do taxímetro, o integrador não passa pelos mesmos te**es rigorosos de umidade, vibração, temperatura, descargas elétricas, campos eletromagnéticos ou variações de tensão.
Portanto, o INMETRO não garante que os dados que saem de um integrador sejam exatamente os mesmos que entram nele, o que pode comprometer sua confiabilidade.

-Um aplicativo de táxi precisa de um integrador?-
Definitivamente não.
Em qualquer comércio presencial — postos de gasolina, farmácias, restaurantes, lojas — o valor da fatura é digitado manualmente pelo vendedor, frentista ou caixa na máquina de cartão, permitindo que o cliente pague.
Os valores envolvidos são muito superiores a uma simples corrida de táxi.
Esse modelo funciona em todo o mundo, sem necessidade de integradores.
Da mesma forma, transações de táxi podem ser realizadas sem que um integrador seja obrigatório.
Por que presunção que o taxista é desonesto e pode digitar o valor errado no aplicativo?

-Existem taxistas que compram carro com desconto e não trabalham-
Sim, existem. Mas quem define o que é um taxista que não trabalha?
Um senhor de idade aposentado, que precisa de um extra para comprar seus remédios.
Ele f**a no ponto de táxi esperando clientes e faz duas ou três corridas por dia.
Ele é um taxista que não trabalha?
Um aplicativo sem integrador, ou mantendo o atual protocolo de comunicação das fábricas de taxímetro no Brasil, é suficiente para indicar quem f**a com carro parado.
Quem usa o aplicativo trabalha.
Por que a necessidade de tamanha precisão, na casa dos centavos, para indicar um taxista que trabalha?
Futuras taxas?

-Possibilidade de Fraude-
Embora os integradores sejam projetados para prevenir fraudes, alguns motoristas podem ainda tentar manipulá-los para ajustar tarifas de forma inadequada, o que pode prejudicar a reputação do serviço.

-Qual é a solução do problema?-
A solução é simples: o aplicativo deve se adequar ao protocolo de comunicação dos taxímetros, e não o contrário.
Dessa forma: Não há necessidade de alterar os taxímetros nem substituir suas placas eletrônicas.
Acaba o monitoramento 24 horas e a cobrança de taxas de corridas não originadas pelo aplicativo.
Corridas feitas pelo app terão os dados enviados normalmente pelo motorista.
Caso o taxista não envie os dados de uma corrida ao aplicativo, o APP simplesmente f**a bloqueado.
Corridas de ponto ou “maçaneta” permanecem sob controle total do taxista.
Com isso, o aplicativo pode ser bem-sucedido sem invadir a privacidade do motorista.
Os dados coletados via aplicativo serão suficientes para identif**ar quem trabalha e quem não trabalha, sem fins ocultos ou abusivos.

-Conclusão-
A conscientização sobre o monitoramento 24 horas dos taxímetros deve ser enfatizada, pois esse fato frequentemente é omitido por aplicativos e prefeituras pois perguntas sobre monitoramento muitas vezes recebem respostas evasivas.
Embora os integradores possam oferecer flexibilidade e controle, suas desvantagens podem impactar a operação e eficiência dos serviços de táxi.
É essencial que motoristas e proprietários considerem cuidadosamente esses fatores antes de instalar um integrador em seus taxímetros.

A UEL não é contra a inovação ou dispositivos que agreguem valor ao táxi.

Somos contra a pseudo inovações que prejudicam nossos clientes, disfarçadas de soluções tecnológicas de vanguarda.

Compartilhe esta informação com seus colegas taxistas e lembre-se: confiança tem nome: UEL.

Fotos abaixo comprovam a solicitação e exigência de alteração do protocolo de comunicação do Taxímetro UEL VR11 para poder participar do projeto do aplicativo que fiscaliza o taxista.

24/08/2025

Endereço

Cerquilho, SP
18520000

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