JMA Transportes

JMA Transportes "AGILIDADE E CONFIANÇA É NOSSO LEMA"

01/08/2015

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicou, no Diário Oficial da União de hoje (30/7), a Resolução n º 4.799, que regulamenta os procedimentos para inscrição e manutenção do Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Carga (RNTRC). E para garantir a continuidade do exercício da atividade do transporte rodoviário remunerado de cargas, todos os registros com vencimento entre 31/7/15 e 27/9/2015 foram prorrogados para 28/9/2015.
Nova regulamentação – De acordo com o texto da resolução, a solicitação de inscrição, atualização e recadastramento será efetuada pelo transportador ou por seu representante formalmente constituído e identificado, perante entidade que atue em cooperação com a Agência. Os transportadores já inscritos no RNTRC deverão comprovar a adequação aos termos da nova resolução. O recadastramento desses transportadores deverá ter início a partir de 28/9/2015, conforme cronograma que ainda será divulgado pela ANTT.

O certificado do RNTRC terá validade de cinco anos, sendo emitido assim que efetivada a inscrição ou recadastramento do transportador. O transportador rodoviário remunerado de cargas deverá providenciar a atualização cadastral sempre que ocorrerem alterações nas informações. A ANTT poderá, ainda, requerer a comprovação ou a atualização dessas informações a qualquer tempo.

Os veículos passarão a ser identificados por meio de novos adesivos e pela instalação de dispositivos de identificação eletrônica (TAGs), conforme padrões e procedimentos que serão ainda divulgados pela ANTT.

O regulamento passa a vigorar no dia 13/9/2015, ficando a partir de então revogada a Resolução nº 3.056/2009. A ANTT irá disponibilizar, no seu site, o detalhamento do procedimento para inscrição e manutenção do cadastro no RNTRC, bem como os locais e o cronograma de recadastramento.

Clique aqui para visualizar a resolução completa.

Parabenizamos a todos os nossos amigos caminhoneiros pelo seu dia e rogamos a Deus para que possamos continuar por muito...
01/07/2015

Parabenizamos a todos os nossos amigos caminhoneiros pelo seu dia e rogamos a Deus para que possamos continuar por muitos anos com boas parcerias.

APM Terminals demite funcionários após perder metade do movimento em Itajaí24 de junho de 2015 Os primeiros reflexos da ...
25/06/2015

APM Terminals demite funcionários após perder metade do movimento em Itajaí
24 de junho de 2015



Os primeiros reflexos da perda da linha asiática que passará a operar em Navegantes a partir de agosto começaram a aparecer em Itajaí. APM Terminals demitiu nesta quarta-feira 30 funcionários do setor administrativo, como forma de readequar a estrutura funcional à menor demanda. Sozinha, a linha correspondia a 40% do movimento da arrendatária do Porto de Itajaí.

Em comunicado aos trabalhadores, a empresa elencou quatro motivos para os desligamentos: a situação econômica do país, a redução na movimentação de cargas a partir do segundo semestre (motivada pela perda da linha asiática), a alta competitividade entre os terminais em Santa Catarina e assimetria de negócios – em referência aos altos custos de operação em Itajaí.

Em nota ao mercado, o terminal informou que manterá cinco linhas, atendendo Europa, Oriente Médio, Ásia, Argentina e Brasil.

Apesar da perda da linha, a APM continuará movimentando cargas vindas da Ásia através de um novo consórcio de armadores, que inclui Maersk, Mol e MSC. Essa linha, que ven sendo chamada internamente de 3M, fará a rota asiática com atracações nas duas margens. Para Itajaí isso significa três mil TEUs por mês – um terço do que era movimentado pela configuração da linha que optou pela Portonave.

Considerando duas linhas do Golfo perdidas e uma da África que deve sair do portfólio, mais a linha que migrou para Navegantes, a perda do Porto de Itajaí era de 64%. A permanência da 3M reduzirá o prejuízo para 50%.



A redução no número de funcionários também deve atingir o órgão gestor de mão-de-obra (Ogmo). De acordo com o diretor-executivo, Luciano Rodriguez, estão sendo avaliadas especialmente as funções que não são exigência legal.

23/06/2015

Linha asiática decide trocar o Porto de Itajaí por Navegantes
22 de junho de 2015
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Foto: Lucas Correia, Especial
Foto: Lucas Correia, Especial



Foi batido o martelo: segundo informações do próprio terminal de Navegantes a linha asiática ASAS, responsável por 40% da movimentação de cargas no Porto de Itajaí, passará a operar pela Portonave. Os últimos detalhes estão sendo acertados e a previsão é que a mudança efetiva das atracações ocorra em meados de agosto.

Nesta segunda-feira, em reunião para discutir a competitividade do Complexo Portuário, o diretor-superintendente da Portonave, Osmari de Castilho Ribas, reiterou que não haverá nenhuma mudança na proposta contratual apresentada aos armadores. Mas se comprometeu a dividir com os acionistas o pedido da autoridade portuária para que haja, pelo menos, uma divisão de cargas entre as duas margens do Itajaí-açu.

Castilho defendeu que, se não tiver propostas atrativas no mercado, o Complexo estará fadado a perder cargas nas duas margens. Disse que assim como há preocupação com reflexos sociais da mudança da linha em Itajaí, há também preocupação em lNavegantes, onde o terminal está entre os maiores empregadores do município.
Maurício Medeiros de Souza, representante da Antaq, afirmou durante o encontro que a luta deveria ser por melhorias de condições de competitividade dentro do próprio porto.

Lembrou, com razão, que “tem muito mais gente para tirar dinheiro daqui” e disse que o problema “não deveria ser visto com lupa”, em referência à necessidade de sustentabilidade de negócios no porto.

::: “A APM Terminals não irá deixar Itajaí” – entrevista com Ricardo Arten,

A reunião terminou com a proposta da superintendência do Porto de Itajaí de novo encontro entre a diretoria da APM e da Portonave com o Sindicato das Agências de Navegação Marítima e Comissárias de Despachos (Sindasc) para minimizar prejuízos. E com o anúncio de que o superintendente Antônio Ayres dos Santos Junior vai a Brasília para tentar, mais uma vez, incluir os berços 3 e 4 no contrato de arrendamento da APM Terminals e estender o prazo da concessão, que termina em sete anos.

Números diferentes

O fato é que os modelos de custeio entre os dois terminais são diferentes. Embora um estudo encomendado pela própria Antaq tenha concluído que a diferença no custo de operação de terminais privados e públicos arrendados no país é mínima, dados de 2013 apresentados pelo conselheiro administrativo do porto, Marcelo Salles, mostraram que as despesas operacionais da APM Terminals chegara, a quase o triplo das da Portonave.

A preocupação do setor com o esvaziamento do Porto de Itajaí é a perda de recursos da autoridade portuária, que, por força de lei, é a responsável pela manutenção das condições de acesso e segurança do complexo. Embora os navios que atracam em Navegantes também paguem a chamada tabela 1, que corresponde ao uso de infraestrutura aquaviária, o restante do recurso utilizado nessa manutenção vem, de fato, de Itajaí.

Hoje, nem mesmo se quisessem os terminais privados poderiam executar esses serviços sozinhos. Seria ilegal.

Sem saia-justa

Apesar de ter conquistado a maior linha a operar em Itajaí, que corresponde a mais de 10 mil TEUs, Osmari de Castilho Ribas diz que não haverá saia-justa na composição do Complexo Portuário: “Os clientes são do mercado”, justifica.

Embora os impactos diretos em arrecadação para Itajaí ainda não tenham sido calculados, a expectativa é que a cidade tenha uma perda significativa no recolhimento de ISS com a saída da ASAS.

itajai-porto-movimentacaoSegundo um levantamento da ANTAQ (Agência Nacional de Transportes Aquaviários), o setor portuár...
21/06/2015

itajai-porto-movimentacao
Segundo um levantamento da ANTAQ (Agência Nacional de Transportes Aquaviários), o setor portuário brasileiro – que consiste em portos organizados e terminais privados – movimentou ao todo 224,8 milhões de toneladas brutas.

O volume consolidado no período representa um crescimento de 2,5% em relação ao primeiro trimestre de 2014. Essa porcentagem corresponde a uma crescente de 5,5 milhões de toneladas movimentadas.

Os portos organizados demonstraram queda de 3,2% no primeiro trimestre de 2015, em comparação com o primeiro trimestre do ano passado. No caso dos terminais privados, houve acréscimo de 5,8% no mesmo período.

Os crescimentos mais significativos no período foram observados na movimentação de minério de ferro (3,8 milhões de toneladas, acréscimo de 5,1%), combustíveis (1,4 milhões de toneladas, acréscimo de 3%), farelo de soja (um milhão de toneladas, acréscimo de 46,3%) e contêineres (959 mil toneladas, cerca de 4% de aumento).

Em relação às quedas, pode ser destacada a movimentação de soja (1,5 milhão de toneladas a menos, resultando em queda de 11,2%) e de fertilizante (918 mil toneladas a menos, resultando em queda de 16,7%).

segurançaRoubo de cargas no Brasil sobe quase 37% entre 2010 e 2014No ano passado foram registradas 17,5 mil ocorrências...
21/06/2015

segurança

Roubo de cargas no Brasil sobe quase 37% entre 2010 e 2014

No ano passado foram registradas 17,5 mil ocorrências; 85,3% desses dos roubos são efetuados no Sudeste
16/6/2015
15h02
Victor José, repórter do Portal Transporta Brasil
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news-roubo-de-cargas-04-05

Segundo um balanço da NTC&Logística (Associação Nacional de Transporte de Cargas e Logísticas), houve no Brasil, em 2014, um total de 17,5 mil roubos de cargas, número 36,7% maior que em 2010, quando foram registrados 12,3 mil.

Ao todo, 85,3% desses tipos de roubos ocorrem no Sudeste, principalmente em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Ainda de acordo com o levantamento, os produtos eletrônicos são o principal alvo dos grupos devido ao elevado valor, embora o roubo de cargas de alimentos e bebidas também compõe boa parte das ocorrências.

Segundo o coronel Paulo Roberto de Souza, só em 2014, o roubo de cargas provocou um prejuízo de R$ 1 bilhão (cerca de US$ 322 milhões), e por isso o setor acende o sinal de alerta.

Em São Paulo, em 2015 já foram registrados 3.133 roubos de cargas. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, as autoridades desarticularam entre janeiro e maio sete grupos organizados, o que resultou na recuperação de R$ 25 milhões (cerca de US$ 8 milhões) em produtos e a detenção de cerca de 60 criminosos.

O Plenário da Câmara rejeitou nesta quarta-feira (11/2) uma emenda do PCdoB Projeto de Lei 4246/12, que tentava reduzir ...
11/02/2015

O Plenário da Câmara rejeitou nesta quarta-feira (11/2) uma emenda do PCdoB Projeto de Lei 4246/12, que tentava reduzir a jornada de trabalho dos motoristas para, no máximo, oito horas.

Com a determinação, permanece valendo o texto que autoriza até 12 horas de trabalho, incluindo as horas extras.

O deputado Valdir Colatto (PMDB-SC) esteve presente no Plenário e afirmou que a jornada aprovada foi tema de acordo com todas as centrais sindicais e sindicatos que representam os transportadores rodoviários de cargas. Já o deputado Luis Carlos Heinze (PP-RS) ressaltou que a jornada máxima nos Estados Unidos é de 11 horas, e chega a 14 horas na Europa.

Conforme o texto, a jornada de trabalho é de oito horas, com a possibilidade de duas horas extras. Se houver acordo com o sindicato, a jornada poderá ser estendida por mais duas horas, chegando a 12 horas de trabalho.

Os deputados concluíram a análise do projeto, que seguirá para sanção presidencial.

11/02/2015

JMA contrata pessoa para operacional. Interessados enviar curriculum para [email protected]

08/11/2013

Portal Transporta Brasil - Notícias em transporte e logística
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rodoviário

Apagão da mão de obra: empresas do PR cogitam contratar motoristas estrangeiros

Crescente desinteresse pela profissão de motorista de caminhão leva sindicato estadual a analisar novas estratégias para captar profissionais com urgência. Solução se parece com o programa Mais Médicos, em que o governo federal buscou profissionais em diversos países para suprir as necessidades de saúde da população
06/11/2013
15h08
Victor José, repórter do Portal Transporta Brasil
Entre em contato

Transporte é essencial para a vida? Pode não ser tão primordial como a presença de um médico em uma unidade hospitalar, mas é com esta prestação de serviço que todas as outras atividades humanas se tornam viáveis e abastecidas. Assim, não é exagero comparar o apagão de mão de obra do setor, com a falta de motoristas de caminhão, com a crise do setor de saúde brasileiro. A crônica falta de motoristas está gerando um efeito parecido com o programa Mais Médicos, do governo federal, que busca profissionais da saúde em outros países para atender às necessidades da população brasileira.

E é justamente isso que o SETCEPAR, Sindicato paranaense que representa as empresas de transporte rodoviário de cargas está considerando para fazer frente ao déficit de mais de cinco mil motoristas no Estado. A ação dos transportadores do Paraná se justifica pelo estado crítico em que se encontram algumas empresas associadas ao Sindicato, como conta o presidente, Gilberto Cantu: “Além da óbvia falta de infraestrutura e segurança nas estradas, o que mais chama atenção é que no passado o filho do motorista quase invariavelmente seguia a profissão do pai. Desde alguns anos atrás esse incentivo foi interrompido, acabou o estímulo. Aliado a isso, não houve por parte do setor um incentivo de captação de profissionais, ou seja, os órgãos relacionados não se atentaram a esse crescente desinteresse. Somente com essa alta demanda por mão-de-obra foi possível constatar o agravamento disso com clareza”, explica.

Sabendo que um motorista de caminhão leva algum tempo para se tornar apto e qualificado para exercer a profissão com total domínio, a entidade paranaense está enxergando a captação de mão-de-obra estrangeira como o recurso mais imediato, apesar de ainda estar em fase de experimentação.

“Até o final do ano nós devemos ter alguns profissionais de fora já adequados ao transporte rodoviário brasileiro. Estamos analisando cerca de 100 currículos de profissionais de países como Argentina, Colômbia e Paraguai, onde encontramos uma qualidade interessante”, explica Cantu. Nós pretendemos treinar os selecionados, cuidar de toda a parte burocrática e encaixá-lo em alguma empresa associada ao SETCEPAR. Então, primeiramente serão cerca de 20 profissionais”.

Captação e capacitação

O dirigente está otimista com a iniciativa e acredita que a contratação de estrangeiros possa valer também para outras entidades de outros estados que também carecem de mão-de-obra. Já sobre a desmotivação do brasileiro em relação à profissão de motorista de caminhão, Cantu ressalta o papel das entidades para atrair esses futuros profissionais.

“É necessário observar que essa é uma profissão que veio sendo valorizada. Atualmente temos salários que chegam a R$ 5 mil, então, nesse aspecto, é uma boa opção. Hoje, os veículos que o transportador conduz para as empresas têm um alto grau de conforto. Por outro lado, a pessoa tem que realmente gostar de viajar e saber que essa é uma profissão de risco”, pontua.

O SEST/SENAT vem trabalhando em cima desse aspecto ao fornecer cursos profissionalizantes para capacitar futuros profissionais. Por meio do Pronatec (Programana Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego), a entidade aperfeiçoou um curso de capacitação voltado para jovens com pouca experiência no volante ou para motoristas com experiência que não conhecem as novas tecnologias inseridas nos veículos.

A CNT (Confederação Nacional do Transporte) também lançou um curso para formação de motoristas ainda no ensino médio. A ideia é habilitar jovens que acabaram de completar 18 anos a dirigirem caminhões pequenos para após cinco anos estar apto a dirigir carretas e bitrens.

“Estamos passando por um período de transformação, e para esse problema de carência a solução mais viável pensando em longo prazo é qualificar o profissional desde cedo. A ideia é fazer com que o futuro transportador migre de veículos menores até chegar a transportar com segurança um grande caminhão, sempre com qualidade”, conclui Gilberto Cantu.

Parece pouco ainda, diante do déficit de motoristas que o Brasil tem atualmente. De acordo com as entidades do setor, o transporte rodoviário brasileiro tem cerca de 100 mil vagas de motoristas de caminhão abertas, sem candidatos para preencher. Pelo jeito, o setor vai precisar buscar uma verdadeira legião de motoristas estrangeiros. Será que a solução está neste exemplo do Paraná?

Ford Caminhões entra de vez para o mercado de extrapesadosNova família Cargo Extrapesado foi apresentada no Chile e traz...
15/08/2013

Ford Caminhões entra de vez para o mercado de extrapesados

Nova família Cargo Extrapesado foi apresentada no Chile e traz para o mercado brasileiro dois novos produtos com potência de 420 cavalos. Motorização FPT de 10,3 litros, preço competitivo e novo design são os atrativos dos novos caminhões

A Ford Caminhões quer aumentar sua fatia de participação no mercado brasileiro e, para isso, acaba de se tornar mais um player full-liner no País, oferecendo uma gama de veículos comerciais a partir dos leves, abaixo de 8 toneladas, até os extrapesados, de 56 toneladas.

O lançamento da nova família Ford Cargo Extrapesado, realizado no deserto do Atacama, região Norte do Chile, marca uma estratégia agressiva da montadora no mercado de caminhões. Os novos modelos, Cargo 2042, versão 4×2 com PBT de 49 toneladas, e 2842, cavalo 6×2 com peso bruto total de 56 toneladas, trazem engenharia global, com participação brasileira, do estúdio da Ford em Camaçari (BA), e diversas novidades que poderão atrair os clientes desta categoria.

Os caminhões são equipados com motor FPT de 10,3 litros, opção nova de motorização para os caminhões da marca. “No Brasil, temos um parceiro tradicional para o fornecimento dos motores, e este modelo de 10,3 litros da FPT foi uma escolha que teve base na melhor relação entre entrega de potência e consumo de combustível”, explicam os engenheiros da montadora.

O propulsor FPT, que desenvolve até 420 cavalos de potência com tamanho menor que o da concorrência, promete ser um dos grandes atrativos dos caminhões, que entregam alta potência mesmo com o tamanho reduzido, o que proporciona boa economia de combustível, atendendo às normas do Euro 5 por meio da tecnologia SCR, que utiliza o agente redutor Arla 32.

O trem de força é completado pela transmissão ZF automatizada de 12 velocidades ASTronic. Outros itens são os freios ABS com EBD nas duas versões e, nos modelos 2842, o controle eletrônico de estabilidade (ESP). Os novos modelos são indicados, segundo a fabricante, para aplicações rodoviárias mais severas, como o reboque de composições com três eixos e três eixos espaçados (Vanderléa), em diversos tipos de cargas.

Os caminhões estão disponíveis em seis cores, com itens de série como ar-condicionado e vidros elétricos, suspensão de cabine com quatro pontos e apoio e outros itens de conforto para o motorista. Além disso, trazem dois tanques de diesel, com 325 litros cada, e tanque de Arla 32 de 80 litros. Os eixos traseiros são Meritor, com redução simples e duas relações de eixo. O trem de força tem garantia promocional de lançamento de 3 anos e a Ford promete intervalo de manutenção de 40 mil km. Os Cargo Extrapesados estão sendo produzidos na fábrica de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista.

Preço competitivo

Outro atrativo da nova linha de caminhões da Ford é o preço: R$ 260.900 para o modelo de entrada, o cavalo 4×2 Cargo 2042, e R$ 294.900 para o caminhão com tração 6×2, o Cargo 2842. A precificação do produto demonstra a busca da Ford por competitividade no mercado, atrás de uma boa fatia do faturamento no segmento de extrapesados, que em 2012 chegou a R$ 10,8 bilhões.

“Somos a primeira montadora a ser instalada no Brasil e nossa produção no País começou com veículos comerciais. Os novos Cargo extrapesados são produtos que honram essa tradição e mostram o nosso compromisso de investir e inovar nesse segmento. O lançamento deste caminhões faz parte do plano de investimentos de R$ 670 milhões desde 2009, que ampliou nossa participação no mercado com 15 novos produtos lançados desde então”, diz Steven Armstrong, presidente da Ford Brasil.

Considerado o primeiro caminhão global da Ford, o Cargo Extrapesado teve seu desenvolvimento liderado pelas equipes de engenharia do Brasil e da Turquia, utilizando a tecnologia e os recursos de outras regiões. O projeto demandou mais de 1 milhão de quilômetros de te**es no campo de provas da Ford em Tatuí (SP), e em outros sete países: Turquia, Alemanha, Bélgica, Espanha, Inglaterra, Suécia e Arábia Saudita.

Rede e atendimento

A Ford conta com uma rede de 140 concessionários em todos os Estados brasileiros e promete, com este forte estrutura, dar aos clientes do Extrapesado o respaldo necessário para suas operações. Para o novo diretor de Operações da Ford Caminhões para a América do Sul, Guy Rodriguez, o lançamento dos extrapesados são um marco para a montadora, que elegeu 2013 como o ano dos caminhões. “O Cargo Extrapesado é um caminhão que entrega robustez e desempenho com economia e rentabilidade, variáveis essenciais na equação dos custos de todo transportador do segmento de cargas”, diz Guy.

Os Ford Cargo Extrapesados 2042 e 2842 estão aptos para o Finame, com índice de nacionalização de 65%.

Filiados à ATR Brasil terão de pagar pelo eixo suspenso em SPTribunal de Justiça de São Paulo cassou liminar que permiti...
15/08/2013

Filiados à ATR Brasil terão de pagar pelo eixo suspenso em SP

Tribunal de Justiça de São Paulo cassou liminar que permitia a isenção de pagamento de pedágio sobre eixo suspenso de caminhões filiados à Associação do Transporte de Cargas do Brasil

Atendendo ao pedido da Artesp (Agência de Transporte do Estado de São Paulo) e da Procuradoria Geral do Estado, Ivan Sartori, presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, cassou a liminar que permitia a isenção de pagamento de pedágio sobre eixo suspenso de caminhões filiados à ATR Brasil (Associação do Transporte de Cargas do Brasil). Cerca de cerca de 40 empresas não estavam pagando pela tarifa.

A liminar suspendendo a isenção de cobrança de pedágio sobre eixo suspenso de caminhões havia sido outorgada pelo juiz Luiz Fernando Rodrigues Guerra, da 3ª Vara de Fazenda Pública da capital.

Conforme o comunicado da Artesp, emitido na terça-feira (13/8), Sartori afirmou em sua decisão que a suspensão da cobrança provocaria grave lesão à orde m pública, pois interferiria na gestão dos contratos de concessão.

Desde o dia 28/7 está valendo o pagamento dos eixos suspensos dos caminhões na malha sob concessão em São Paulo. A cobrança foi anunciada pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) em junho como uma forma de compensação pelo congelamento das tarifas de pedágio neste ano, além de tentar conter os constantes protestos de transportadores.

Prefeitura de Florianópolis (SC) anuncia restrição de caminhõesProibição circulação se aplica das 6h às 9h e das 17h às ...
13/08/2013

Prefeitura de Florianópolis (SC) anuncia restrição de caminhões

Proibição circulação se aplica das 6h às 9h e das 17h às 20h em dias úteis, e das 10h às 14h aos sábados

Com a intenção de acelerar o fluxo de veículos em horários de pico, a Prefeitura de Florianópolis (SC) anunciou a restrição do tráfego de veículos pesados em algumas avenidas e ruas do Centro e da área continental da capital catarinense, além das pontes. A proibição da circulação se aplica das 6h às 9h e das 17h às 20h em dias úteis, e das 10h às 14h aos sábados.

No Centro, a circulação de caminhões será proibida em toda a região entre a Avenida Beira-Mar Norte e a Avenida Mauro Ramos nos horários de pico. Na Ilha, 12 vias serão fiscalizadas. Já no Continente serão 10 vias, de maior movimento.

Somente os caminhões acima de sete toneladas ou sete metros de comprimento não poderão trafegar nos locais demarcados. Caminhões que prestam serviços públicos, como veículos da Celesc (Centrais Elétricas de Santa Catarina), alguns da prefeitura e os que recolhem lixo estão liberados para circular.

Os primeiros 90 dias serão de adaptação. Serão colocadas placas para indicar os locais da proibição e para que as empresas comecem a se adaptar.

Nesta primeira fase não haverá multas aos motoristas, somente orientação. A fiscalização será realizada pela Polícia Militar e Guarda Municipal, e, depois do prazo de adequação (apenas a partir do dia 3/11), quem for flagrado descumprindo o decreto, paga multa média e recebe quatro pontos na carteira de habilitação.

Confira abaixo as vias restritas:

Área interna do polígono

- Av. Osvaldo Rodrigues Cabral;
- Av. Rubens de Arruda Ramos;
- Av. Mauro Ramos;
- Rua Silva Jardim;
- Rua José da Costa Moelmann;
- Av. Paulo Fontes

Toda extensão das pontes

- Ponte Pedro Ivo Campos;
- Ponte Colombo Machado Salles

Na Ilha

- Rua Frei Caneca;
- Rua Rui Barbosa;
- Rua Delminda da Silveira;
- Rua Lauro Linhares;
- Rua Dep. Antonio Edu Vieira;
- Av. Osvaldo Rodrigues Cabral;
- Av. Jornalista, Rubens de Arruda Ramos;
- Av. Gov. Irineu Bornhausen;
- Av. Prof. Henrique da Silva Fontes;
- Av. da Saudade;
- Av. Gustavo Richard;
- Av. Madre Benvenuta

No Continente

- Rua Fúlvio Aducci;
- Rua Pedro Demoro;
- Rua Gaspar Dutra;
- Rua Liberato Bittencourt;
- Av. Max Schramm;
- Rua Santos Saraiva;
- Av. Max de Souza;
- Rua Desembargador Pedro Silva;
- Rua João Meireles;
- Av. Ivo Silveira

Endereço

Itajaí, SC
88303380

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