31/07/2024
Guiné-Bissau
Instituto Privado alerta para baril de pólvora no país.
Bissau - (30.07.2024) - O Instituto de Segurança, Política e Relações Internacionais disse que “a Guiné-Bissau está, outra vez, numa fase, de um barril de pólvora que está à espera de um rastilho para deflagrar”.
Esta terça-feira, 30 de julho, o Instituto de caris Académica descreve cenários que pode levar o país a um conflito, e criticou “a inercia da Comunidade Internacional “ em especial a CPLP [ Comunidade dos Países da Língua Portuguesa] que apela a acionar mecanismos urgente para evitar as consequências imprevisíveis.
“Na verdade, a promoção da Democracia e do Estado de Direito faz-se através do diálogo e convivência democrática com a participação de todos os cidadãos num imaginário coletivo de conflito saudável de ideias. Mas, na Guiné-Bissau, o Estudo da Conceção da Escuta e da Captação da voz dos lideres e dos militantes dos partidos políticos nos permitiu compreender que todos os partidos políticos com assento parlamentar tém, no seu seio, uma espécie de um "AKAZE" ruandês. O que prova inequivocamente a ausência de um imaginário coletivo partidário para a promoção da Democracia e do Estado do Direito Democrático na Guiné-Bissau”, descreveu.
O Instituto exorta a CPLP para agir agora, com uma abordagem diplomática concreta, para evitar que aconteça o cenário semelhante a sete de junho de 1998.
“A CPLP não deve continuar a acompanhar a distância "a evolução da situação da Guiné-Bissau" sob alegação que "o Estado de Direito se faz através do diálogo". Os estudos da Conceção da Escuta e da Captação da voz dos lideres e dos militantes dos partidos políticos provam que existem hoje, na pátria de Amilcar Cabral, uma espécie de novos "AKAZUS" políticos que estão, inequivocamente, a exaltar o discurso de ódio de caris-étnico e tribal”, anotou.
Perante a realidade relatada, o Instituto de Segurança, Política e Relações Internacionais ressaltou que “é urgente que os países membros da CPLP, criar em um "GRUPO DE CONTACTO" para resolver os problemas de "AKAZUS nos partidos políticos e estabelecer um imaginário coletivo democrático de conflito saudáveis de ideias na esfera política partidária nacional”.
E-Global/Mamandin Indjai